{"id":14489,"date":"2025-09-16T17:30:49","date_gmt":"2025-09-16T20:30:49","guid":{"rendered":"https:\/\/sgpsolucoes.com.br\/site\/?p=14489"},"modified":"2025-09-16T17:30:49","modified_gmt":"2025-09-16T20:30:49","slug":"trf4-mantem-inabilitacao-de-consorcio-em-licitacao-para-gestao-ambiental-de-obras-na-br-101","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sgpsolucoes.com.br\/site\/trf4-mantem-inabilitacao-de-consorcio-em-licitacao-para-gestao-ambiental-de-obras-na-br-101\/","title":{"rendered":"TRF4 mant\u00e9m inabilita\u00e7\u00e3o de cons\u00f3rcio em licita\u00e7\u00e3o para gest\u00e3o ambiental de obras na BR 101"},"content":{"rendered":"<p class=\"has-text-align-center\"><em>Duplica\u00e7\u00e3o da BR-101 ser\u00e1 no trecho entre PE\/AL\/SE\/BA &#8211; Foto: Divulga\u00e7\u00e3o\/DNIT<\/em><\/p><p><strong><em>Empresa n\u00e3o comprovou qualifica\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica para realizar o servi\u00e7o com valor estimado de R$ 34,8 milh\u00f5es<\/em><\/strong><\/p><p>O Tribunal Regional Federal da 4\u00aa Regi\u00e3o (TRF4) confirmou a exclus\u00e3o do cons\u00f3rcio de licita\u00e7\u00e3o do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) para servi\u00e7os de gest\u00e3o ambiental na duplica\u00e7\u00e3o da BR-101\/PE\/AL\/SE\/BA. O trecho, objeto do certame, tem 649 km, e o edital exigia comprova\u00e7\u00e3o de experi\u00eancia em um \u00fanico empreendimento com, no m\u00ednimo, 200 km.<\/p><p>Na licita\u00e7\u00e3o, com valor estimado de R$ 34,8 milh\u00f5es, a proposta de R$ 23,4 milh\u00f5es do cons\u00f3rcio chegou a ser declarada vencedora. No entanto,&nbsp;o concorrente&nbsp;foi inabilitado por insufici\u00eancia de comprova\u00e7\u00e3o de qualifica\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica.<\/p><p>O cons\u00f3rcio, ent\u00e3o, entrou com mandado de seguran\u00e7a contra o ato do superintendente do DNIT, questionando a an\u00e1lise da comiss\u00e3o de licita\u00e7\u00e3o. O ju\u00edzo de primeira inst\u00e2ncia denegou a seguran\u00e7a. Ent\u00e3o, o autor recorreu ao TRF4 sustentando que a justificativa para a inabilita\u00e7\u00e3o foi alterada no decorrer do processo. Alegou, tamb\u00e9m, que o DNIT deveria ter feito dilig\u00eancias e que houve viola\u00e7\u00e3o aos princ\u00edpios da isonomia e da impessoalidade.<\/p><p>A AGU defendeu&nbsp;que o caso do impetrante envolvia m\u00e9rito t\u00e9cnico \u2014 insufici\u00eancia da extens\u00e3o dos servi\u00e7os comprovados \u2014 e n\u00e3o uma falha formal san\u00e1vel por dilig\u00eancia. Al\u00e9m disso, a empresa n\u00e3o requereu a realiza\u00e7\u00e3o de dilig\u00eancias no momento oportuno do processo administrativo. Tamb\u00e9m pontuou que \u00e9 l\u00edcito o detalhamento e o aprimoramento que houve na motiva\u00e7\u00e3o inicial, j\u00e1 que o cerne da decis\u00e3o n\u00e3o foi alterado.<\/p><p>Segundo a Procuradoria, o requisito era claro: o licitante deveria comprovar a execu\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os de gest\u00e3o ambiental em empreendimento rodovi\u00e1rio com a extens\u00e3o m\u00ednima de 200 km. No caso, o atestado apresentado pela impetrante foi corretamente rejeitado por n\u00e3o demonstrar, de forma inequ\u00edvoca, a execu\u00e7\u00e3o dos servi\u00e7os exigidos no edital. A suposta extens\u00e3o total de 201,1 km resultaria da soma de dois empreendimentos distintos, sendo que um sequer teve execu\u00e7\u00e3o integral.<\/p><p>Al\u00e9m disso, o Tribunal de Contas da Uni\u00e3o, que possui expertise na an\u00e1lise da regularidade de processos licitat\u00f3rios, j\u00e1 havia considerado v\u00e1lida a inabilita\u00e7\u00e3o do cons\u00f3rcio.<\/p><p>O TRF4 acatou os argumentos da AGU, destacando que, em mandado de seguran\u00e7a, o direito alegado deve estar comprovado&nbsp;de forma imediata. O Tribunal tamb\u00e9m ressaltou que o parecer do TCU refor\u00e7a a legalidade da inabilita\u00e7\u00e3o.<\/p><p>\u201cA import\u00e2ncia da a\u00e7\u00e3o reside em garantir que as empresas que participam de licita\u00e7\u00f5es tenham a expertise, o pessoal e o maquin\u00e1rio necess\u00e1rios para executar o servi\u00e7o contratado. Isso evita que empresas ganhem licita\u00e7\u00f5es com propostas mais baixas, mas que, no decorrer da obra, n\u00e3o consigam entregar o servi\u00e7o devido \u00e0 falta de capacidade t\u00e9cnica. As exig\u00eancias no edital, como a comprova\u00e7\u00e3o de experi\u00eancia em obras de extens\u00e3o m\u00ednima, servem para mitigar esse risco\u201d, salientou a coordenadora regional do N\u00facleo de Gerenciamento de Atua\u00e7\u00e3o Priorit\u00e1ria da PRF4, Camila Martins.<\/p><p><strong>Processo de refer\u00eancia:&nbsp;<\/strong>5000414-41.2022.4.04.7000\/PR<\/p><p><strong>Fonte: Assessoria Especial de Comunica\u00e7\u00e3o Social da AGU<\/strong><\/p>\n    <div class=\"xs_social_share_widget xs_share_url after_content \t\tmain_content  wslu-style-1 wslu-share-box-shaped wslu-fill-colored wslu-none wslu-share-horizontal wslu-theme-font-no wslu-main_content\">\n\n\t\t\n        <ul>\n\t\t\t        <\/ul>\n    <\/div> \n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Tribunal Regional Federal da 4\u00aa Regi\u00e3o (TRF4) confirmou a exclus\u00e3o do cons\u00f3rcio de licita\u00e7\u00e3o do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) para servi\u00e7os de gest\u00e3o ambiental na duplica\u00e7\u00e3o da BR-101\/PE\/AL\/SE\/BA. 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