{"id":14508,"date":"2025-09-17T15:53:41","date_gmt":"2025-09-17T18:53:41","guid":{"rendered":"https:\/\/sgpsolucoes.com.br\/site\/?p=14508"},"modified":"2025-09-17T15:53:42","modified_gmt":"2025-09-17T18:53:42","slug":"tce-es-determina-que-empresa-devolva-dinheiro-que-recebeu-por-servico-nao-executado-em-hospital-de-aracruz","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sgpsolucoes.com.br\/site\/tce-es-determina-que-empresa-devolva-dinheiro-que-recebeu-por-servico-nao-executado-em-hospital-de-aracruz\/","title":{"rendered":"TCE-ES determina que empresa devolva dinheiro que recebeu por servi\u00e7o n\u00e3o executado em hospital de Aracruz"},"content":{"rendered":"<p>Os conselheiros do&nbsp;<mark>Tribunal de Contas do Estado do Esp\u00edrito Santo<\/mark>&nbsp;determinaram que uma empresa devolva recursos que recebeu durante a constru\u00e7\u00e3o do&nbsp;<strong>Hospital Municipal de Pequeno Porte da Barra do Riacho, em Aracruz<\/strong>. Apesar de ter recebido o dinheiro, a empresa n\u00e3o realizou o servi\u00e7o contratado.&nbsp;<\/p><p>A decis\u00e3o detalha que os respons\u00e1veis pela empresa Concidel Constru\u00e7\u00f5es Civis Depizzol LTDA.&nbsp;<strong>dever\u00e3o pagar R$ 21.162,82<\/strong>&nbsp;(4.486,0255 VRTE), de forma solid\u00e1ria com o fiscal do contrato, servidor p\u00fablico. Tanto a empresa quanto o servidor tamb\u00e9m dever\u00e3o pagar uma multa de mil reais cada.&nbsp;<\/p><h5 class=\"wp-block-heading\">Apura\u00e7\u00e3o&nbsp;<\/h5><p>A apura\u00e7\u00e3o dos problemas registrados na constru\u00e7\u00e3o do hospital ocorreu durante uma&nbsp;<strong>Tomada de Contas Especial<\/strong>&nbsp;instaurada pela Corte de Contas. Em outubro de 2022, os membros da&nbsp;<strong>Segunda C\u00e2mara<\/strong>&nbsp;determinaram que os fatos fossem apurados por uma comiss\u00e3o que deveria identificar as irregularidades e responsabilidades.&nbsp;<\/p><p>Essa comiss\u00e3o observou que a empresa deveria trocar um padr\u00e3o de energia de lugar \u2013 servi\u00e7o que n\u00e3o foi executado. No processo, a empresa justificou que n\u00e3o fez o servi\u00e7o porque o antigo padr\u00e3o ainda estava energizado, mas que poderia concluir o trabalho quando a energia fosse suspensa.\u202f&nbsp;<\/p><p>\u201cO procedimento de simular a medi\u00e7\u00e3o e se antecipar pagamento de servi\u00e7os n\u00e3o executados, cuja execu\u00e7\u00e3o futura n\u00e3o poderia ser garantida (em fun\u00e7\u00e3o de decorrer de acordo verbal), constitui uma burla tendente \u00e0 fragiliza\u00e7\u00e3o do controle dos contratos, o que afeta a credibilidade das demais medi\u00e7\u00f5es e a confian\u00e7a nos agentes envolvidos, colocando em d\u00favida a sua boa-f\u00e9 na realiza\u00e7\u00e3o dos atos da administra\u00e7\u00e3o\u201d, destacou o relator do processo, conselheiro S\u00e9rgio Aboudib.&nbsp;<\/p><p>Assim, ao solicitar e receber pagamento por servi\u00e7os n\u00e3o executados, a empresa contribuiu diretamente para o preju\u00edzo ao er\u00e1rio e para a entrega incompleta das obras contratadas. Da mesma forma, ao negligenciar a fiscaliza\u00e7\u00e3o, o fiscal de contrato respons\u00e1vel n\u00e3o detectou a aus\u00eancia de execu\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os, resultando em instala\u00e7\u00f5es incompletas e preju\u00edzo ao er\u00e1rio.&nbsp;<\/p><p>\u00c0 \u00e9poca, a prefeitura teve um preju\u00edzo de R$ 20.201,47, que atualizado pelo Valor Refer\u00eancia do Tesouro Estadual (VRTE) chega a R$ 21.162,82. A devolu\u00e7\u00e3o do recurso \u00e0 prefeitura ser\u00e1 dividida pela empresa e pelo fiscal do contrato.\u202f&nbsp;<\/p><p>As penalidades dos demais envolvidos no processo foram afastadas pelo relator e seguido, de forma un\u00e2nime, pelos demais conselheiros do TCE-ES.\u202f&nbsp;<\/p><p><strong><a href=\"https:\/\/www.tcees.tc.br\/consultas\/processo\/detalhar-processo?numero=6031&amp;ano=2023&amp;key=8eaa9ac001f6ba5f8db8865890a0d41f6c2e0a40643196395eef0784290c5b3039eb3c25e01595782e6c06166024586517eef754397aa63e484c9bba7a7ddcc4\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Processo TC 6031\/2023<\/a><\/strong>&nbsp;<\/p><figure class=\"wp-block-table\"><table class=\"has-fixed-layout\"><tbody><tr><td><strong>Resumo em t\u00f3picos<\/strong> <br><br><strong>Decis\u00e3o do TCE<\/strong>: O TCE-ES determinou que uma empresa e um fiscal de contrato devolvam R$ 21.162,82 \u00e0 prefeitura de Aracruz por servi\u00e7o n\u00e3o executado na constru\u00e7\u00e3o de hospital.<br><br><strong>Pagamento indevido<\/strong>: A empresa recebeu por um servi\u00e7o n\u00e3o realizado, alegando impedimento t\u00e9cnico. O relator considerou a pr\u00e1tica como burla ao controle contratual.<br><br><strong>Responsabilidade compartilhada<\/strong>: O fiscal do contrato n\u00e3o identificou a aus\u00eancia de execu\u00e7\u00e3o, contribuindo para o preju\u00edzo ao er\u00e1rio e a entrega incompleta da obra p\u00fablica.<br><br><strong>San\u00e7\u00f5es aplicadas<\/strong>: Al\u00e9m do ressarcimento solid\u00e1rio, empresa e servidor foram multados em R$ 1 mil cada. Penalidades aos demais envolvidos foram afastadas pelo relator.<\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure><p><strong>Fonte: <\/strong><strong>TCE-ES<\/strong><\/p>\n    <div class=\"xs_social_share_widget xs_share_url after_content \t\tmain_content  wslu-style-1 wslu-share-box-shaped wslu-fill-colored wslu-none wslu-share-horizontal wslu-theme-font-no wslu-main_content\">\n\n\t\t\n        <ul>\n\t\t\t        <\/ul>\n    <\/div> \n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os conselheiros do\u00a0Tribunal de Contas do Estado do Esp\u00edrito Santo\u00a0determinaram que uma empresa devolva recursos que recebeu durante a constru\u00e7\u00e3o do\u00a0Hospital Municipal de Pequeno Porte da Barra do Riacho, em Aracruz. 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